Quem tem dinheiro é quem manda

Neste final de semana me disseram que quem tem dinheiro é quem manda, que eu só não percebia isso pois sou muito nova para entender dessas coisas. Primeiramente, dinheiro: Um tipo de moeda que pode ser adquirido através de vendas/heranças/trabalho. Função: Comprar. É entre tais duas opções que a sociedade gira e se sustenta. É com o dinheiro que você adquire alimento para sobrevivência, ok. É com dinheiro que você paga suas contas para a sobrevivência, ok. Tendo-se dinheiro tem-se melhores condições de vida, alimentação de qualidade, acesso a um bom sistema de saúde, educação, roupas de qualidade, transporte, enfim, uma vida de melhor nível. Porém, tendo-se em vista a liberdade individual que cada um possui, de ir e vir, após total análise não me vêm a cabeça a relação ainda em que se comprova que “quem tem dinheiro é quem manda”. Quem é que manda? O que é mandar? Tenho dinheiro, logo eu mando?
O sistema e o bom senso nos “mandam” obedecer inúmeras regras de conduta e comportamento, que cabem a qualquer ser humano delimitar sua liberdade na fronteira em que tais regras começam. O termo “ser mandado” ou melhor, obedecer ordens, pode ser contextualizado na profissão, local em que se tem a venda da mão de obra em troca de dinheiro, que geralmente vêm da pessoa que “dá ordens” e geralmente possui um lucro maior que o seu. É daí que vem o raciocínio de “quem tem dinheiro manda”? Dinheiro, um papel. Papel que constrói todo um aglomerado de vantagens sociais ao redor de quem o tem, parece mágico, parece até que são uma classe privilegiada da humanidade. Ao fim de tudo isso, veja bem, ter dinheiro é ótimo, é lindo, e parabéns para você se o tem! Mas qualquer tipo de ego que venha com sua conta bancária, eu dispenso! Se quem tem dinheiro é quem manda, eu não obedeço! Obedeço sim é as ordens de cima, as Leis do Universo, nestas o seu saldo bancário não chega nem perto de ser levado em consideração, o que é levado está mais próximo, beem mais próximo, e mais acessível à todos que aqui habitam, o coração. E se é minha pouca idade que me faz pensar assim, logo deixo aqui escrito para que com 30, 40, 50 anos eu tenha a oportunidade de reler esse texto e caso meu pensamento tenha mudado para o contrário, eu  então tenha consciência do quão eu regredi.

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