trip

Saiba que a sua viagem não é a mesma viagem de outra pessoa, não importa o quanto ela seja próxima de você. Você foi feito para ir além das velhas construções que o limitam. Você vai descobrir que quando se liberar das crenças limitantes que o impedem de sair do lugar, seus pensamentos, sentimentos, possibilidades e relacionamentos irão se transformar. Alguns relacionamentos vão acabar para que outros comecem. O tipo de trabalho que você faz ou como você faz o seu trabalho, pode mudar também.

9- Comece comparando-se a si mesmo, e a mais ninguém.

Esqueça o que os outros têm e onde eles estão. Você não está andando com seus sapatos, e você nunca vai caminhar confortavelmente com os seus próprios se continuar se comparando com eles. O que você precisa fazer em seguida para alcançar seus próprios objetivos? Faça isso! Você não vai se distrair com comparações se estiver focado em suas próprias finalidades.

16. Comece concentrando-se apenas no que você pode controlar.

Nunca force nada. Dê o seu melhor tiro e, em seguida, deixe as coisas acontecerem. Se for para ser, será. Não torne-se um pessimista por causa das coisas que você não pode controlar. Faça a sua parte.

2. “Nunca magoe as pessoas.”

Esta é uma lição de vida nobre e que deve ser seguida até certo ponto. É claro que ser educado e gentil são coisas boas, mas o problema começa quando a pessoa acha que tem que agradar a todos e nunca magoar ninguém. É melhor dizer a alguém que você não pode fazer algo, por exemplo, do que fazer e se sentir desvalorizado. Quando não dizemos não a ninguém, o “não” costuma ser para nós mesmos e para nossos próprios sentimentos e vontades.

Quantas pedras você carrega em sua mochila?

pedrasQuantas pedras você carrega em sua mochila? Pedras que nos acompanham sem que percebamos, algumas até impostas pela sociedade ou o meio em que vivemos, e outras, por conta de vivências ou experiências da vida, sejam elas em nosso âmbito familiar ou entre entre amigos. Estas, por muitas vezes, acabam por dificultar nosso caminho ou até mesmo travar nossa caminhada.

Algumas pedras podem ser analisadas como algo “bom”, sendo um peso em nossas costas que nos ajuda a sermos mais fortes e mais persistentes, tornando nossa caminhada mais difícil, porém, mais gloriosa. Em contrapartida, existem as pedras que estão somente ocupando espaço, criando problemas que fazem parte de um passado que não existe mais, mas por seu tremendo peso, elas acabam por criar cicatrizes, que ,às vezes, nem o tempo é capaz de curar. A cada passo, elas fazem com que nosso corpo queira desistir, afinal, o peso é imenso!

Qual seria a solução mais simples, então? Simplesmente esvaziar a mochila? Abri-la e jogar rio abaixo? Quase isso.

Algo que acompanha a vida inteira, não seria tão simples assim se desfazer. O correto seria analisar essas pedras, uma por uma. Análise somada de uma reflexão. De onde essa pedra veio? Por quê ela ainda está aqui? O que ela está causando em minha vida? Devo continuar com ela? Se sim, mantenha. Se não, tente fragmenta-la, assim ela vai perdendo sua força. Com o passar do tempo e quanto você menos espera, já terá se livrado!

Past is past. 🙂 Get away with the rocks from your package, life will be so damn easier!

pas

Op

8.2.2. Bolsa iniciação científica e bolsa pesquisa

A PPG administra dois Programas de Iniciação Científica: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica – Convênio CNPq/UEM e o Programa de Bolsa Pesquisa PPG/UEM, cujo objetivo é despertar a vocação científica e incentivar talentos potenciais entre alunos integrantes do segundo ao penúltimo ano do curso, mediante sua participação em projetos de pesquisa. As bolsas são concedidas anualmente, por um período de 12 meses. Informe-se na PPG, Divisão de Pesquisa, bloco 115, ramal 4242.

8.2.3. Bolsa ensino

Este programa tem por objetivo incentivar a participação de alunos em projetos de ensino, os quais recebem remuneração pelas horas desenvolvidas no projeto, cuja carga horária máxima a ser paga é de 8 horas semanais, gerando Atividade Acadêmica Complementar (AAC). Para maiores informações, procure a Diretoria de Ensino de Graduação, no bloco 111, ramal 4211. Obs.: Podem pleitear a bolsa alunos matriculados a partir da segunda séria do respectivo curso de graduação.

8.2.4. Bolsa extensão

O Programa Bolsa-Extensão, coordenado pela Diretoria de Extensão da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, tem por finalidade incentivar a participação do aluno em atividades extensionistas, sob a orientação do professor integrante da carreira docente da UEM. Tal atividade deverá ser realizada através do desenvolvimento de projetos próprios ou mediante sua participação em projetos propostos pelos Departamentos. O processo de seleção à Bolsa-Extensão dar-se-á no início de cada ano letivo para alunos atuantes em projetos de extensão no ano anterior. Maiores informações com a Diretoria de Extensão, bloco 104, Sala 15 – ramal 4265.

Bolsa Trabalho

Este programa tem por finalidade possibilitar que o aluno realize estágio em atividades administrativas relacionadas ao seu curso na UEM, adquirindo novos conhecimentos, sendo remunerado pelas horas trabalhadas. Os interessados em se inscrever para a seleção devem procurar a Diretoria de Assuntos Comunitários (DCT), no bloco 104, sala 002, na primeira quinzena do período letivo, sendo necessários para a inscrição xerox dos comprovantes de renda familiar, de despesas e do horário de aula. Maiores informações pelo ramal 4264.

8.8. INSTITUTO DE ESTUDOS JAPONESES (IEJ)

O IEJ oferece cursos regulares de língua japonesa (básico, intermediário e adiantado) e cursos esporádicos de cultura japonesa: (Bonsai, Origami e outros). Realiza, anualmente, inscrições para Bolsas de Estudos oferecidas pelo Ministério da Educação do Japão. O IEJ está localizado no Bloco 25, Ramal 4268.

8.14. ESCRITÓRIO DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL

O Escritório de Cooperação Internacional (ECI) é um programa vinculado ao Gabinete da Reitoria, criado em 25/05/1996. Desempenha atividades que envolvem as relações com organismos internacionais, oferece apoio à comunidade interna em programas de estágio e outros estudos no exterior, além de ser o representante da UEM na comunidade internacional. O ECI está localizado no bloco 101, sala 14, ramal 4441.

Encerrando Ciclos

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação?
Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país?
A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.

Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará.

Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa – nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é

some clues

1. Everyone matters – That irritating upstart who isn’t collaborating effectively may be in charge one day. If someone is bothering you, find out how you can manage your own reactions. It sucks when that person you bickered with three years ago in different job is a key report on a team you were hoping to join. Too bad for YOU, not for them.

2. Change happens – Nothing stays the same. No group, no software, no tool – absolutely nothing. If it’s alive, it’s evolving. So that means you’d better find a way to work with the change as opposed to fighting against it. If your management chain announces a change that you think will be bad for your group, find a way to articulate the risks you’re seeing, and then suggest legitimate ways YOU can help address them. If you can’t do that, then you should quietly go about your business and learn to adapt. If you can’t do even that, then look for another role or position in the company (but don’t tell anyone on your team – see next item).

3. Don’t burn bridges – If you’re fed up with your group, your manager, the company – whatever – do not tell anyone. If you must vent, find one friend and do it off-site. Complaining publicly and frequently about the organization identifies you as part of the problem and that is not a role in which you can succeed. If you are unhappy in your group, find another and act respectfully on your way out.

4. The company is not your father – I know, we all know that we’re working within an organization and not truly reproducing the relationships from our family of origin. However, feelings of loyalty to one’s company are normal. This loyalty on our part makes it difficult to comprehend when the company doesn’t demonstrate that same loyalty to you. You are a tool. They love you, but only as long as you’re perfect. Since you are not perfect (because YOU are a human and not an organization) there will come a time when you are not loved. This can be difficult. Do your best to be humble when you are ALL THAT and it will make it easier to deal with when you are not. Another strategy here is to quit at the top. I regret I didn’t do that so I can’t speak much to how that works.

5. Fail and fail again – You are going to fail. You are going to mess up. See that as valuable information and move forward. Be honest about your mistakes. Forgive yourself and, almost as importantly, give others the same leeway. I regret how hard I was on myself and others during my career. I’ve learned so much from my mistakes, and I’m guessing other people have as well. I know that someone who wasn’t performing well a few years ago may have worked things out and turned it around. I no longer judge people as good or bad